quinta-feira, 11 de setembro de 2008
III Meeting Internacional de treinadores de futebol
Para todos os interessados, deixo aqui em baixo o link com informações sobre o meeting e a respectiva ficha de inscrição.
http://www.antf.pt/html/flyermeeting.pdf
Tendo melhores treinadores temos melhores jogadores, tendo melhores jogadores temos melhor futebol!
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Experiência em Oliveira de Azeméis
Curiosamente, foi o único treinador a participar que não pertence ao distrito de Aveiro.
O que foi motivo de enorme surpresa para a organização!
Cerca de 50 participantes, pelo que percebi, infelizmente, não é normal tanta adesão às acções de formação para treinadores na região.
A acção de formação foi bastante bem conseguida, foi visível a preocupação da organização em ir de encontro às necessidades dos treinadores que participaram na acção.
Enalteço o facto de esta acção ser divida em 2 blocos (teoria e prática) o que a tornou ainda mais interessante.
Considero que as acções de formação que consigam aliar teoria à prática são mais completas e de melhor apreensão de conceitos para quem está a aprender.
Saí da acção de formação melhor treinador!
Objectivo cumprido, agradeço ainda à organização do evento pela atenção que me foi dedicada e reafirmo a minha vontade em participar em mais acções deste tipo para adquirir mais competências.
Estou disponível para divulgar todas as acções de formação de treinadores porque acredito que é fundamental para o nosso futebol.
Tendo melhores treinadores temos melhores jogadores, tendo melhores jogadores temos melhor futebol!
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Regresso ao campo
Falhou quase tudo, excepto o empenho e a vontade dos miúdos.
Foram excepcionais, grande atitude, ainda cometeram muitos erros, não jogam em equipa e como equipa enfim várias situações que quero implementar que só o tempo permitirá que surjam.
Só lhes pedi duas coisas: verdade e empenho.
Apesar de nada ter corrido como planeado, o mais importante está lá.
Começamos mal o que normalmente significa que acabaremos bem…
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Balanço Olímpico na altura certa
Muitas linhas já se escreveram sobre os Jogos Olímpicos (JO) de Pequim, declarações de atletas e dirigentes, opiniões dos portugueses e várias opiniões de comentadores desportivos.
Foram feitos balanços antecipados, declarações infelizes e julgamentos de valor duvidosos.
Chegados ao fim dos JO devemos fazer um balanço da participação portuguesa.
Balanço positivo! Porque:
- Foi a melhor participação de sempre em termos pontuais, 28pts, conseguidos através de 1 medalha de ouro, 1 medalha de prata e 7 diplomas.
- Passados 12 anos o nosso país voltou a subir ao lugar mais alto do pódio.
- Foram batidos inúmeros records nacionais
Não obstante de termos alcançado a melhor participação portuguesa de sempre ficamos com a sensação que poderíamos ter feito melhor, até porque o COP (Comité Olímpico de Portugal) prometeu 4 a 5 medalhas e uma pontuação de 60pts ao governo.
Custou a todos ver Naide Gomes ser eliminada com 2 saltos nulos e um salto a medo, Gustavo Lima perder o Bronze na vela por um ponto, não ver Obikwelu em nenhuma final da velocidade e não vermos concretizadas as nossas esperanças no judo (Telma Monteiro e João Neto).
Contudo a participação portuguesa teve 78 participantes sendo que a grande maioria é desconhecida para a generalidade do público, ou seja, só sabemos que estes atletas existem de 4 em 4 anos na melhor das hipóteses porque se não se apurarem para os JO nunca iremos ouvir falar neles.
Será justo exigir de atletas que “desconhecemos” boas classificações? O que é que o país fez por estes atletas para eles terem bons resultados? Oferecer uma bolsa olímpica de 500€ mensais é suficiente? Será que os atletas se sentem devidamente apoiados com a bolsa? Quais são as condições de treino que os atletas têm para preparar os JO? São atletas profissionais? Será preferível só participar com os atletas profissionais?
Curiosamente o desporto com mais visibilidade no nosso país, o futebol, e que talvez (não tenho dados concretos) o desporto com mais praticantes e profissionais não conseguiu a qualificação para os JO.
Contra mim falo, mas não será necessário exigir mais do futebol que todos os dias é falado do que dos atletas que nos lembramos de 4 em 4 anos?
Existe um problema de fundo no desporto português!
Não temos estrutura para regularmente sermos campeões olímpicos em diferentes modalidades, a prática desportiva em Portugal comparada com outros países é reduzida, o desporto ainda é visto como lazer não como uma profissão.
Para ganhar medalhas não basta ser bom é necessário ser melhor que os outros!
Conhecendo as nossas limitações e assumindo-as é o primeiro passo para sermos um país melhor.
Parabéns à comitiva!
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Acção de actualização para treinadores de futebol de jovens
Para quem como eu gosta de estar no campo a treinar, a ensinar e a aprender estar cerca de 2 meses sem o “cheiro da relva” é um crime.
O trabalho no campo regressa a 2 de Setembro.
Entretanto a próxima semana servirá de adaptação aos novos horários e as novas rotinas que a época que entra “obriga”.
Para já confirmo a minha presença na acção de actualização para treinadores de futebol de jovens, no dia 6 de Setembro em Oliveira de Azemeis.
Entrando no site http://www.antf.pt/html/ podem obter mais informações.
A formação dos treinadores é fundamental e nunca deve ser esquecida!
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Férias
As merecidas férias chegaram…
Chegou o momento para recarregar baterias.
Os treinos só recomeçam em Setembro, reuniões preparatórias para o regresso provavelmente apenas na última semana de Agosto e a cabeça já pede são estes os motivos que me levam a desligar do futebol.
Duas a três semanas sem pensar em futebol. Como agente do mesmo, com a responsabilidade de todos os dias promover a evolução do jogo e a protecção dos seus intervenientes.
Aproveitando para dar toda atenção a quem não consigo dar a suficiente ao longo do período competitivo e tanto merece.
Boas férias!
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
VI Jogos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa
A Selecção Nacional Sub-17 venceu, este sábado, os VI Jogos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, que decorreram no Brasil. O feito inédito foi alcançado depois de terem derrotado a formação de Guiné-Bissau por 1-0.
Pela primeira vez a pisar o relvado do Estádio do Maracanã, os Sub-17 lusos entraram na partida com um certo nervosismo e ansiedade. A equipa de Guiné-Bissau, mais habituada à temperatura elevada que se fez sentir durante a partida, criou diversas oportunidades de golo e dificultou a acção ofensiva lusa. Porém, a Equipa das Quinas soube responder da melhor forma à superioridade técnica e táctica imposta pela formação guineense durante todo o primeiro período de jogo.
A Selecção Nacional voltou do intervalo com uma atitude mais atacante e com vontade de acabar com o impasse que o marcador registava desde o início da partida. Através de lances colectivos e individuais, os Sub-17 lusos foram ameaçando cada vez mais a baliza adversária, alcançando o primeiro golo aos 57 minutos, por Filipe Barros.
Entusiasmados com a reviravolta do sentido de jogo, os jogadores lusos partiram para o ataque, ao mesmo tempo que anulavam as investidas guineneses. No entanto, e apesar de todas as oportunidades criadas, o resultado manter-se-ía até ao final da partida.
"Os atletas terminam esta participação com o sentido de dever cumprido, com um enorme orgulho por levarem este título pela primeira vez para Portugal, ainda para mais conquistado num estádio com a importância e magnitude como as do Estádio do Maracanã", explica Edgar Borges.
No que toca à atitude evidenciada pelos atletas durante a partida, o Treinador Nacional, que desde o início, elogiou "a forma digna como encaram cada partida", admite que "o que mais impressionou foi a inteligência dos jogadores, a forma como tentaram dar a volta à corrente do jogo. Eles evidenciaram uma nova atitude, mostraram que começam a saber gerir os maus momentos, o que era impensável há uns tempos atrás".
Tendo como objectivo principal preparar a equipa para o Campeonato da Europa, "esta competição permitiu dar mais um passo no sentido da auto-estima e confiança colectiva. No domínio da entrega e da vontade de vencer, estes jovens progrediram muito, foram incansáveis e isso só nos pode motivar", concluiu.
Ficha de Jogo
Final dos VI Jogos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa
Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (Brasil)
Árbitro: Leopoldo Manunza
Árbitros assistentes: Ricardo Almeida e Marcelo Fonseca
PORTUGAL 1 – 0 GUINÉ-BISSAU (0-0, ao intervalo)
Portugal: João Amorim, Tiago Ribeiro, Miguel Serôdio, Rui Coentrão, Sérgio Oliveira, Aliu Djaló (Telmo Castanheira, 79'), Filipe Barros (Roberto, 80'), Amorim (Sérgio Marques, 80'), João Figueiredo, William Carvalho e João Beirão (Rúben Pinto, 54').
Treinador Nacional: Edgar Borges
Golos: Filipe Barros (57')
Disciplina: Sérgio Oliveira (amarelo, 31')
Guiné-Bissau: Idrissa Júnior, Tomas Dabó, Braima Sambú, Mama Baldé (José Cá, 65'), Idrissa Mané, Sene Turé, Francisco Júnior, André Gomes, Piquete Sá, Amado Seide (Moacir Fernandes, 54') e Euclides Bissoma
Golos: nada a assinalar
Disciplina: Mama Baldé (amarelo, 16'), André Gomes (26') e Amado Seide (amarelo, 30')
Com um troféu inédito e com o título de melhor jogador atribuído a Sérgio Oliveira na bagagem, a comitiva lusa regressa do Rio de Janeiro no próximo domingo, dia 3 de Agosto.
Fonte: www.fpf.pt